35º Festival Guarnicê de Cinema

O Festival Guarnicê de Cinema chega a sua 35ª edição ainda mais renovado. A mais importante mostra de cinema do Maranhão, uma das mais antigas do país agora será realizada no recém-inaugurado Teatro da Cidade de São Luís (Rua do Egito, Centro) de domingo  (10) até sábado (16) com vasta programação. A abertura será com a exibição do filme “Raul, O Início, O Fim e o Meio”, do diretor Walter Carvalho. A entrada, com exceção da solenidade de abertura e de encerramento, é gratuita.

Conheça o Teatro da Cidade de São Luís

O Guarnicê de Cinema é realizado tradicionalmente no mês de junho, coincidindo com o período das fetividades de São João, a maior festa popular realizada no estado. Daí o nome do festival. Guarnicê se refere ao momento de preparação dos grupos de bumba meu boi para entrada no terreiro.

Este ano, o festival irá homenagear além da atriz Marília Pêra, os cineastas Euclides Moreira Neto e Murilo Santos. A programação terá ainda a exposição fotográfica “Viver Reviver”, de Hellen Lima e Saulo Simões. O Guarnicê reunirá astros e estrelas da teledramaturgia brasileira, diretores, videomakers e produtores regionais. A expectativa da organização é que o festival seja visto por mais de 10 mil pessoas.

Concorrentes – O público assistirá gratuitamente 50 produções nacionais que concorrerão nas mostras competitivas e mais de 120 trabalhos que serão exibidos nas mostras especiais. Os 50 trabalhos selecionados são: “Cadê Meu Rango”, de Bruno Saphira (SP); “Sonhando Passarinhos”, de Bruna Carolli (DF); “O Gigante do Papelão”, de Bárbara Tavares (RJ).

E ainda: “Qual Queijo Você Quer?”, de Cintia Domit Bittar (SC); “Dez Bonequinhos Pedreiros de Dezenove e Noventa e Nove”, de André Miranda e Gui Campos (DF); “Soterópolis de Ruy”, de Caó Cruz Alves (BA); “Estranho Amor”, de Lucia Caus (ES); “Irmãs”, de Gian Orsini (PB); “Raiz Forte”, de Marcos Pasquim (RJ); “Explícito”, de Jorge Monclar e Ana Kfouri (RJ); “A Raposa e o Peixe”, de Renata Levins (MA); “O Cão”, de Abel Roland e Emiliano Cunha (RS); “Jaçanã e o Adoniran”, de Rogério Nunes (SP); “Uma Visita para Elizabeth Teixeira”, de Susanna Lira (RJ);

Concorrem também “Os Sustentáveis”, de Lisandro Santos (RS); “Meta”, de Rafael Baliu (SP); “Destimação”, de Ricardo de Podestá (GO); “A Solidão de Dom Quixote”, de Vinicius Vasconcellos e Márcio Vasconcelos (MA); “César!”, de Gustavo Suzuki (SP); “Depois da Queda”, de Bruno Bini (MT); “Quando Morremos à noite”, de Eduardo Morotó (RJ); “Tamanduá-bandeira”, de Ricardo de Podestá (GO); “Quimera”, de Fernando Gutiérrez (DF); “O Cadeado”, de Leon Sampaio (BA); “Realejo”, de Marcus Vinicius Vasconcelos (SP);

“À Sombra de um Delírio Verde”, de Cristiano Navarro, An Baccaert e Nico MU (MS); “A Ponte”, de Joaquim Haickel (MA); “Linear”, de Amir Admoni (SP); “Premonição”, de Pedro Abib (BA); “Tentáculos”, de Thiago Magalhães Quadros, Beth Soarez, Álvaro Victorio, Beto Paiva, Vinícius Lewer, Rafael Carvalho e Leandro Batista (RJ); “Fátima”, de Jeferson Hamaguchi (CE).

Trabalhos – Também concorrerão os trabalhos “Bud’s Songs Time”, de Hélder Nóbrega (SP); “O Nascimento do Poeta”, de Riva do Vale e Marcos Carvalho (MA); “Os Lados da Rua”, de Diego Zon (ES); “Lindeiras”, de Bruno Saphira (BA); “Piove, il film di Pio”, de Thiago Brandimarte Mendonça (SP); “L”, de Thais Fujinaga (SP); “O Guitarrista no Telhado”, de Guto Bozzetti (RS); “A Noite dos Palhaços Mudos”, de Juliano Luccas (SP); “Tempo de Criança”, de Wagner Novais (RJ); “Você já cortou seu cabelo com maquininha?”, de Gabriel Buéssio e Marilia Hanashiro (SP).

Encerram a lista de concorrentes do 35º Festival Guarnicê de Cinema os trabalhos “Julie, Agosto, Setembro”, de Jarleo Barbosa (GO); “São Luís – Athenas Brasileira”, de João Paulo Furtado (MA); “Di Melo – O Imorrível”, de Alan Oliveira e Rubens Pássaro (PE); “As Batidas do Samba”, de Bebeto Abrantes (RJ); “CRU”, de Coraci Ruiz e Julio Matos (SP); “País do Desejo”, de Paulo Caldas (PE); “Dia de Preto”, de Marcos Felipe (RJ); “Daniel Mattos & Marcial Ranato Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!”, de Ninho Moraes (SP), co-direção de Francisco Cesar Filho (SP).

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